A maior parte do desperdício em PPC não está no preço do clique, está em quem clica. Cortar público errado rende mais depressa do que otimizar lances.
- Corta pesquisas genéricas que atraem curiosos, não hóspedes.
- Separa marca de não-marca para veres o retorno real.
- Manda o clique para uma página que fecha a reserva.
Neste artigo
Quase toda a gente que gere campanhas de turismo já sentiu isto: o orçamento sai depressa, os cliques entram, e as reservas não acompanham. O instinto é mexer nos lances. Na maioria dos casos, o problema é outro — estás a pagar pelas pessoas erradas.
Onde o dinheiro escorre
Três fugas explicam a maior parte do desperdício que costumo encontrar:
- Pesquisas demasiado genéricas (“férias em Portugal”) que trazem quem ainda nem escolheu destino.
- Campanhas de marca e não-marca misturadas, a esconder que o retorno “bom” vem só de quem já te procurava.
- Cliques bem pagos que aterram numa homepage lenta, em vez de numa página que fecha a reserva.
Um clique barato para o público errado sai mais caro do que um clique caro para quem quer reservar.
Parar de queimar orçamento
Todos os meses, os ajustes que fazem o dinheiro dos anúncios voltar em reservas, não em cliques.
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Os cortes que rendem já

Por ordem de impacto, é assim que costumo destravar uma conta:
- Separa marca de não-marca. Sem isto, o retorno médio mente e continuas a alimentar o que não presta.
- Adiciona negativos sem medo. Cada termo genérico cortado é orçamento que volta para quem tem intenção real.
- Aponta o clique à página certa. Preço, disponibilidade e um botão de reserva visível fazem mais pela conversão do que subir o lance.
O objetivo não é gastar menos por gastar. É que cada euro persiga uma reserva, não um curioso de passagem.