Ricardo Pons studio

Parar de queimar orçamento em cliques que não reservam

Onde o dinheiro se perde nas campanhas de turismo — e os cortes que dão retorno já este mês.

A versão curta

A maior parte do desperdício em PPC não está no preço do clique, está em quem clica. Cortar público errado rende mais depressa do que otimizar lances.

  • Corta pesquisas genéricas que atraem curiosos, não hóspedes.
  • Separa marca de não-marca para veres o retorno real.
  • Manda o clique para uma página que fecha a reserva.
Neste artigo

Quase toda a gente que gere campanhas de turismo já sentiu isto: o orçamento sai depressa, os cliques entram, e as reservas não acompanham. O instinto é mexer nos lances. Na maioria dos casos, o problema é outro — estás a pagar pelas pessoas erradas.

Onde o dinheiro escorre

Três fugas explicam a maior parte do desperdício que costumo encontrar:

  • Pesquisas demasiado genéricas (“férias em Portugal”) que trazem quem ainda nem escolheu destino.
  • Campanhas de marca e não-marca misturadas, a esconder que o retorno “bom” vem só de quem já te procurava.
  • Cliques bem pagos que aterram numa homepage lenta, em vez de numa página que fecha a reserva.

Um clique barato para o público errado sai mais caro do que um clique caro para quem quer reservar.

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Parar de queimar orçamento

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Os cortes que rendem já

Painel de campanha com métricas de desempenho
Antes de subir o orçamento, vale a pena ver para onde ele está mesmo a ir.

Por ordem de impacto, é assim que costumo destravar uma conta:

  1. Separa marca de não-marca. Sem isto, o retorno médio mente e continuas a alimentar o que não presta.
  2. Adiciona negativos sem medo. Cada termo genérico cortado é orçamento que volta para quem tem intenção real.
  3. Aponta o clique à página certa. Preço, disponibilidade e um botão de reserva visível fazem mais pela conversão do que subir o lance.

O objetivo não é gastar menos por gastar. É que cada euro persiga uma reserva, não um curioso de passagem.

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