Num negócio de turismo, o site vende a estrangeiros com pressa e ligação irregular. Se carrega devagar ou só fala português, perde a reserva antes de a mostrar.
- Corta o peso: cada segundo a mais é gente que desiste.
- Fala a língua do hóspede, não só a tua.
- Torna o botão de reserva impossível de falhar.
Neste artigo
O teu site raramente é visto onde o construíste. É aberto num telemóvel, numa rua de Lisboa ou num comboio para o Porto, por alguém que não fala português e tem trinta segundos de paciência. Se demora a abrir, a reserva morre antes de aparecer.
Velocidade é receita, não estética
Cada segundo de espera leva hóspedes com ele. Numa página de reservas, a diferença entre carregar num instante e demorar a pensar é dinheiro que entra ou não entra.

O peso costuma vir de fotos enormes e de código a mais. Comprimir imagens e aligeirar a página é, muitas vezes, o trabalho com melhor retorno que se pode fazer num site parado.
Um site bonito que demora a abrir perde para um site simples que abre já.
Um site que reserva
Todos os meses, o que separa uma página bonita de uma que enche o calendário.
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Falar a língua de quem reserva
Um hóspede internacional confia no que percebe. Um site só em português obriga-o a adivinhar — e quem adivinha, hesita.
- Traduz o essencial com voz humana, não com tradução automática à pressa.
- Mostra preço e disponibilidade sem cliques escondidos.
- Deixa o botão de reserva sempre à vista, em qualquer página.
Por onde começar, por ordem de impacto:
- Mede a velocidade real num telemóvel médio, não no teu portátil.
- Corta o peso das imagens e do que não serve a reserva.
- Abre as línguas dos teus mercados principais, uma de cada vez.
Rápido e claro em qualquer língua: é isto que transforma uma visita distraída numa reserva confirmada.